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Segunda-feira, 15 de Março de 2010

Mulher sem opinião

Pouca coisa é mais broxante que uma mulher sem opinião própria. Sabe aquela garota que deixa o namorado/marido/rolo que acabou de conhecer/etc escolher TUDO? Isso vai da roupa que vai usar ao prato que vai comer no restaurante, depois de ter assistido o filme que ele escolheu no cimena, mascando o chiclete favorito dele.

Pois é, queridas amigas, ser capacho espanta qualquer gato. Veja bem, não digo para liberar a carrasca que existe dentro de você, bancando a mandona em tudo! Não, pelamordedeus, mulher que manda demais não é nada agradável.

O meu conselho vai para aquelas garotas que largam as próprias vidas para viver em função do, possível, futuro namorado. E se você acha que não se encaixa nesse tipo de mulher, repense: você desmarca todos os seus compromissos porque existe uma possibilidade de sair com o cara que você acabou de conhecer? Manda mensagens para o celular dele a cada dez minutos dizendo o quanto sente sua falta? Liga trinta vezes no dia seguinte ao encontro apenas para dizer que adorou e perguntar quando será o próximo? A resposta provável será um sonoro NUNCA!

Gatas lindas do meu coração, vamos colocar um pouco de amor próprio nessas vidas. Se mostrar excessivamente interessada pode passar a impressão errada de que você não tem outra opção e muito possivelmente se tornará desinteressante para ele. Não estou dizendo para bancar a difícil, fazendo joguinhos inúteis para mostrar ser o que não é, com medo do que ele vai pensar de você. Seja você mesma, faça o que tiver vontade. Só não se esqueça que você já existia antes de conhecê-lo e que suas atividades devem permancer sendo executadas. Isso vale para eles também. Afinal, quem não odeia aquele amigo que para de falar com você sempre que começa a namorar?!?!

Quem discorda dá um grito!

Beijos, minhas delícias!

Glau
glaucia@malvadas.org

14 comentários:

Bruno 15 de Mar de 2010 13:56:00  

Eu entendi a Glau,

não é pra mulher ser cachorrinha do homem.
e nem pra ser uma TPM eterna.

bom texto :)

Anónimo 15 de Mar de 2010 14:05:00  

Adorei o Post e concordo plenamente contigo Glaucia... mulher tem que ter vontade propia afinal seria melhor sair com uma boneca inflavel que num come nada e seria mais economico :P.

Bjs Glaucia

Carioca :P

Natália Bayeh 15 de Mar de 2010 14:43:00  

concordo com tudo... mulher sem opinião é absolutamente broxante!
triste mesmo..

como ja disse,não precisa ser mandona..apenas tente ser um pouco Madonna!

beijos!

elmeerr 15 de Mar de 2010 15:07:00  

Disse tudo Glau...mulher sem opinião é um saco! Só é interessante no primeiro encontro...depois, puff...dá não!

Manda um beijão pra Vanessa!

=D

Eric Drumont 15 de Mar de 2010 15:38:00  

Opa...Post maneiroo', curti fico show de bola.

Anónimo 15 de Mar de 2010 15:47:00  

Isaê, tia =)

Jorge 15 de Mar de 2010 16:27:00  

Excelente texto, mulher sem opinião não tem a mínima graça. Não serve pra casar! Beijão pra mulherada do Malvadas

Anónimo 15 de Mar de 2010 22:28:00  

É possível não desenvolver qualquer ligação com a pessoa com quem andamos a dormir?

Guilherme Lacerda Marrocos 16 de Mar de 2010 11:58:00  

Concordo. Mulher sem opinião é um saco. Não sabe conversar, e cansa qualquer um rapidamente.
Parabéns pelo post.

Anónimo 16 de Mar de 2010 15:04:00  

li exatamente isso no livro "pq os homens preferem as poderosas". é por isso q a boazinha nao arranja namorado e, qndo arranja, eh um ditador...eh isso aih meninas: grrrrrrrrrl powerrrr! <3

Felipe 17 de Mar de 2010 01:54:00  

Acho que tudo isso é verdade, porem, quem nasceu para ser submissa vai morrer submissa.
Personalidade fraca não se muda igual nos filmes.

Rodrigo Malk 17 de Mar de 2010 12:28:00  

Concordo totalmente, como estar com alguém, se tudo que você fala "é lei", fica a sensação de estar saindo com alguém vazio, sem vontade, opinião, desejo, etc...

Ainda bem que minha noiva linda não é assim...

Mario Ventura de Sá 18 de Mar de 2010 19:06:00  

Porque é que nós, seres racionais e com as capacidades cognitivas acima das outras espécies, insistimos tantas e tantas vezes em repetir o mesmo erro?
Porque é que somos tantas vezes bons conselheiros para os problemas alheios e tão pouco lúcidos quando somos obrigados a resolver os nossos?
E porque é que até os ratos, quando são treinados para não repetir erros, conseguem adquirir mecanismos condicionados de defesa mais depressa do que nós?

De cada vez que uma pessoa se apaixona é como um conta-quilómetros que vai a zero: pensamos que o carro é novo, mas já não é.

Pensamos que vamos começar de fresco, mas já demos muitas voltas à pista, queremos acreditar que vamos leves mas já trazemos bagagem, sentimos que desta vez vai ser tudo diferente, mas ao longo do tempo vamos percebendo que, afinal, é tudo mais ou menos parecido.

O que é que nos leva a querer acreditar outra vez, mais uma vez, desejando tantas vezes que seja esta a última vez que a sorte nos tenha finalmente trazido o porto de abrigo, a pessoa certa, a relação adequada, a vida que sempre desejámos?

É aqui que entra a capacidade de sonhar, de projectar de imaginar, de desejar.

Amor e imaginação acabam muitas vezes por ser a mesma coisa.

Um amor sem sonhos é um amor com medo, um amor triste e estéril que não pode dar frutos. Quem não sonha não pode amar.

Por isso é que o amor, quando é vivido em toda a sua plenitude no presente, também é projectado em toda a sua grandeza no futuro, enquanto se alimenta no dia a dia de pequenas recordações únicas de um passado recente, aquele património histórico que é só nosso e que é recordado vezes sem conta a dois ou narrado aos amigos e aos filhos como quem desfia uma história exemplar: «Lembras-te do dia em que nos conhecemos?

Trazias vestido isto e eu aquilo, tu disseste assim, eu respondi assado, lembras-te do nosso primeiro abraço, fez-me sentir que tinha finalmente chegado a casa, a primeira vez que dormimos juntos, eu disse-te tal e tu respondeste que também, e depois a nossa vida mudou para sempre».


Todas as grandes histórias de amor deviam ser registadas num diário para que os casais não se esquecessem de tudo o que viveram.

Se o diário for escrito a uma só voz, por uma só pena, então é porque é o diário de uma relação impossível pela qual não vale a pena nem sonhar, nem esperar, nem sofrer.

O equilíbrio entre viver com os pés assentes na terra sem nunca deixar de olhar para o céu é um dos maiores desafios do amor.

Camila 24 de Mar de 2010 08:54:00  

Falou td Glaucita! demonstrar fragilidade e dependência, principalmente no inicio do relacionamento, afogenta até os mais bem intencionados. Oh! Se liguem vcs tbm garotos! Nós tbm não gostamos de caras sem opnião e atitude.

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